terça-feira, 16 de setembro de 2008
BRASÍLIAS INVISÍVEIS II
Aqui. O pássaro na madrugada. Na manhã o mesmo. Os mesmos? Uma legião urbana de cantos anuncia músicas urbanas. Mas tão bucólicos: o lago, os galhos, os verdes secos. Meus olhos apascentam horizontes. Na tarde azul: o mesmo, o pássaro cantando. O que anuncia este pássaro... Pássaros? As rosas migram quando migram estas asas marrons? O pássaro pousa no ponto final.
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